Rondon do Pará recebe 1.663 doses da vacina contra a Covid-19

Por Kawane Ricarto

Rondon do Pará recebeu nesta quarta-feira (24) 1.663 doses das vacinas CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan, e da Covishield, produzida pela empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. A Secretaria Municipal de Saúde registrou até a quarta-feira 1.011 pessoas vacinadas, sendo 817 na 1º dose e 194 na 2º dose. Estão sendo chamados aos postos idosos com mais de 70 anos.

Conforme a enfermeira da Secretaria da Saúde, Larissa dos Anjos, o planejamento da vacinação na cidade é definido pelo estado do Pará, em consonância com o programa nacional, em que seguem as orientações da 11ª Regional de Saúde. Todas as vacinas que chegam são aplicadas, ou seja, não são guardadas para a segunda dose. “Não armazenamos as vacinas para planejamento, as orientações do público a ser vacinado vêm de acordo com a remessa recebida. Por exemplo, se ontem solicitaram que fossemos buscar vacinas, amanhã já estaremos vacinando”, comenta. A enfermeira ainda ressalta que a procura pela imunização tem sido grande e as reações pós-vacina são comuns, nada além do esperado. E a progressão das informações sobre a vacina para a sociedade está sendo feita por meio das redes sociais da Prefeitura Municipal. 

O planejamento da vacinação nacional e estadual é orientado conforme o registro e licenciamento de vacinas, responsável no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme Lei nº 6.360/1976 e regulamentos técnicos como RDC nº 55/2010, RDC 348/2020 e RDC nº 415/2020. O plano consiste em vacinar, pelo menos, 95% do público-alvo contra o coronavírus, em duas doses, de acordo com a 1ª fase em que o público-alvo são os trabalhadores de saúde, pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e Indígenas aldeados. Na 2ª fase são contemplados os profissionais da Segurança Pública na Ativa, Idosos de 60 a 79 anos de idade, Idosos a partir de 80 anos e povos e comunidades tradicionais quilombola. A 3ª fase abrange indivíduos que possuam comorbidades e na 4ª fase, trabalhadores da educação, Forças Armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, e a população acima de 18 anos em estabelecimentos de privação de liberdade.

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